Bebé de 2 anos foi asfixiada entre as 4 e as 5 da manhã. Conheça a cronologia dos acontecimentos

O assassino, Pedro Henriques, passou o fim de semana com a sua filha, Lara. No momento em que o monstro tirou a vida à sua sogra, Helena Cabrita, a filha estava no interior do veículo a dormir.

Após degolar a sogra e deixá-la sem vida, regressou ao veículo e deslocou-se para a Cruz de Pau.

Por lá, deambulou pela zona, foi até Almada, Corroios, e ainda até ao Seixal, num processo que as autoridades acreditaram servir para arrefecimento emocional.

Durante este período, nunca usou as autoestradas para se deslocar.

Pedro Henrique terá tirado a vida à filha por asfixia entre as 04h00 e as 05h00 da manhã desta terça-feira.

Após tirar a vida à filha, deslocou-se para a estação de Corroios onde deixou o carro e apanhou o comboio em direção à Gare do Oriente.

Na gare do Oriente apanhou outro comboio para o Pombal, onde pelas 08h25 da manhã ligou para o INEM a informar da localização do veículo e que no interior da bagageira, estava a sua filha, Lara, sem vida.

Na altura do telefonema, revelou que iria tratar dele. É muito provável que Pedro Henriques já estaria a planear pôr termo à sua própria vida.

A Polícia de Segurança Pública chegou ao local onde a criança tinha perdido a vida pelas 08h55 e confirmou o óbito.

Uma carta foi encontrada por um agente, no tablier do carro, onde Pedro Henriques atirou as culpas da tragédia para cima da sogra e da ex-mulher.

Pelas 09h00 chegou a Pombal, e seguiu de carro ou autocarro até à casa dos pais, em Castanheira de Pera, o seu local de conforto onde decidiu acabar com a sua vida.

Quando chegou à casa dos pais, pegou na caçadeira que o pai tinha, e disparou contra si mesmo.

O disparou aconteceu perto das 10h00, e o corpo foi encontrado pouco tempo depois por um funcionário da câmara.



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