Estado não consegue arranjar pessoas que queiram trabalhar a limpar e vigiar matas

O Estado português encontra-se com dificuldades em empregar pessoas que queiram limpar e vigiar as florestas e matas portuguesas.

Mais de metade das vagas dos concursos para empregar pessoas para a limpeza e vigilância das matas portuguesas ficaram vazias e o governo está com dificuldades em encontrar pessoas que queiram ocupar as vagas disponíveis.

Os números revelam que alguns dos concursos abertos nas últimas semanas têm ficado desertos e outros com um número muito baixo de candidaturas.

O ordenado de cerca de 600 euros mensais conciliado com a exigência que este tipo de trabalho requer poderá ser uma das principais causas para a falta de candidaturas.

Para além da limpeza e vigilância das matas, este trabalho também inclui auxilio na intervenção no combate aos incêndios sempre que seja necessário.

Miguel Freitas, secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, diz que esta situação acontece um pouco por todo o país. O mesmo garante que o caso irá ser cuidadosamente analisado e entende que a atividade deve ser revalorizada.

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