Faleceu a menina lusodescendente de 4 anos que lutava contra tumor raro

Augustine, a menina lusodescendente de quatro anos, que tinha um tumor cerebral muito raro, perdeu a vida esta segunda-feira.

O tumor raro, estabelecido no tronco cerebral, fez com que, em poucos dias, Augustine, deixasse de andar, ver e falar. O caso da menina mobilizou a imprensa francesa e a família materna que vive em S. Torcato e S. Lourenço de Selho, em Guimarães.

A família e amigos da menina criaram a Associação Wonder Augustine que, para além de reunir fundos para ajudar no pagamento dos tratamentos, tem também como missão sensibilizar as pessoas para a existência de doenças raras e servir como forma de pressão para que seja feito um maior esforço financeiro no tratamento deste tipo de problemas de saúde que afetam muitas crianças pelo mundo fora.

A pequena Augustine era fã da serie “Wonder Woman”(Mulher Maravinha”, e daí nasceu o nome da sua associação que vai continuar aviva.

O pesadelo da família começou no final do mês de julho, quando a menina começou a ter muitas quedas involuntárias. Dois antes do seu quarto aniversário, já no inicio de agosto, a pequena Augustine foi internada com um prognóstico muito reservado.

Pauline, a mãe da menina, foi publicando relatos sobre os tratamentos da filha na página da Associação Wonder Augustine.

A doença rara, atinge cerca de cinco mil crianças por ano em todo o mundo e faz com que os dados acerca da mesma sejam escassos. Ainda assim, existem relatos clínicos que informam que a esperança média de vida para esta doença é de 9 a 12 meses. No caso da pequena Augustine, a mesma viveu apenas três meses após lhe ter sido diagnosticada a doença.

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