Rosa Grilo e Diana Fialho tornam-se amigas na cadeia de Tires

Rosa Grilo e Diana Fialho, as duas postas na cadeia de Tires, a primeira por ter assassinado o marido em conjunto com o amante, e a segunda a mãe adotiva em conjunto com o marido, ambas tornaram-se amigas e confidentes na prisão.

A notícia foi avançada pelo jornal digital “Cascais24”, segundo este, as reclusas passam a sua hora de recreio por dia juntas, longe das restantes reclusas.

Ambas as mulheres encenaram o desaparecimento das suas vítimas, e até serem descobertas, fizeram inclusivamente entrevistas às televisões e aos jornais, Rosa, como mulher fiel que estava em desespero pelo desaparecimento “misterioso” do seu marido triatleta, que tinha saído de casa para fazer um treino de ciclismo e não tinha mais voltado, enquanto Diana Fialho, contou uma história que a mãe havia saído para tomar um café com uma amiga, e não havia voltado mais.

O caso mais recente foi o da Rosa Grilo, que é suspeita do crime em coautoria com o seu amante, o oficial de Justiça António Félix Joaquim, que também está em prisão preventiva, de ter tirado a vida ao marido triatleta, Luís Miguel Grilo, e posteriormente, largado o corpo  em Avis.

Mesmo com o assassinato do marido, Rosa mostrou-se incansável na distribuição de panfletos que davam como o seu marido desaparecido.

Diana Fialho, filha adotiva de 23 anos da professora de físico-química Amélia Fialho, teve um crime muito idêntico ao de Rosa.

A professora de 59 anos, foi drogada durante um jantar com a filha e com o marido da mesma, e de seguida tiraram-lhe a vida com uma martelada na cabeça, sendo que depois foi levada para um descampado, em Pegões, onde incendiaram o corpo e até provocaram um pequeno incêndio.

Diana Fialho também espalhou panfletos pelo Montijo onde anunciava o desaparecimento da sua mãe adotiva, chegou também a dar uma entrevista para a CMTV onde falou diante a televisão sobre o desaparecimento da mãe.

No entanto, ambos os esquemas acabaram por ser desmontados pela Polícia Judiciária pouco tempo depois.

 

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